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Palácio Fronteira

Localidade: Lisboa | Lisboa | S. Domingos de Benfica
• Morada: Largo de S. Domingos de Benfica, 1 | 1500-554 Lisboa
Telefone: +351 217 782 2023
• E-Mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Site: http://www.fronteira-alorna.pt/
• Horário de Visitas:
  Palácio:
  Todas as visitas ao interior do Palácio são guiadas.

  Junho a Setembro: 2ª a Sábado às 10h30m; às 11h00; às 11h30 e às 12h00.
  Outubro a Maio: 2ª a Sábado às 11h00 e às 12h00
  Não há visitas aos Domingos e Feriados.
  Para visitas de grupo (mais de 10 pessoas) por favor telefonar para 217 782 023.

  Jardins: abertos aos visitantes de 2ª a 6ª entre as 10h e as 17h00 e ao Sábado entre as 10h e as 13h00.


• Descrição O Palácio é constituído por um corpo principal do século XVII ao qual foi acrescentada uma ala no século XVIII. O corpo principal consiste, em esquema, num rectângulo no qual se inserem quatro torres, ligeiramente projectadas para o exterior das quais duas existem realmente e são chamadas Torrinhas, e outras duas são residuais e apenas deixaram vestígios nos cantos Poente das fachadas Norte e Sul. O Terraço, ou Galeria das Artes, rompe o rectângulo base, desde o século XVII, já que se prolonga em direcção à Capela, formando com o seu muro Sul, um ângulo obtuso bastante aberto, de 135º. É esta ruptura com o esquema base, perfeitamente tradicional, que se deve à pré-existência da Capela e ao arrojo de quem concebeu o projecto, que torna esta casa ímpar na história da arquitectura, além dos revestimentos azulejares e, em menor grau, dos revestimentos de embrechados e da profusão de estatuária.
A ala do século XVIII é perpendicular à Fachada Norte. No seu lado poente, que dá para o Sítio do Barcal, a fachada da ala do século XVIII é mais longa do que no Nascente e prolonga-se noutra virada a Noroeste com a qual forma um ângulo obtuso de 140.
Há, no entanto, vários outros elementos arquitectónicos.
De entre os adjacentes à casa, destacam-se: o terraço da fachada Nascente, limitado por uma balaustrada a todo comprimento, com excepção da interrupção provocada pela escada que dá acesso ao Jardim Formal, e o da fachada Sul, que dá acesso ao Jardim de Cima e é rematado pela Fonte da Carranquinha.
De entre os integrados nos jardins ou horta, destacam-se:
O Jardim Formal, limitado a Poente, Norte e Nascente, por 3 muretes com azulejos e, a Sul, pelo conjunto formado pelo Tanque dos Cavaleiros e Galeria dos Reis.
O, assim chamado, Jardim de Cima ou Jardim de Vénus situa-se num plano superior ao do Jardim Formal, é formado por um rectângulo, próximo do quadrado e por outro espaço sensivelmente rectangular, bastante alongado, que é rematada pelo conjunto constituído pelo Tanque dos Ss e Casa da Água ou Casa do Fresco. É hoje um jardim com árvores e canteiros de buxo, divergindo bastante do que teria sido na sua origem.
O Ninfeu ou Tanque dos Pretos, que se situa num plano superior ao do Jardim de Vénus, sensivelmente o mesmo plano do Terraço, forma um trapézio irregular. Consiste num tanque, actualmente dividido em 2 partes, uma das quais é a piscina, rodeado por um espaço que permite contorná-lo. A Sul e Oeste este é limitado por um muro com cerca de 3m de altura, com nichos nos quais se inserem 10 esculturas em chumbo representando divindades menores.